
quando finalmente me consigo mover: a perna direita, a perna esquerda, a mão esquerda, a mão direita, abro os olhos
estou numa fenda de terra, pedras, estilhaços que subo a custo
o primeiro raio de luz obriga os meus olhos a fecharem-se, habituo-me
à minha volta: ninguém, à minha volta carcaças retorcidas de ferro, pedras, cinzas, pó, cinzas e pó
também eu estou coberta de pó cinzento misturado com riscos de sangue que me escorrem pelos braços, pela face, pelo pescoço, pelos ombros
dor e ardência
(cont....)
(esta história, café é o primeiro conto (curto) que escrevo, está dividido em sete partes, que tenho vindo a publicar aqui no blogue, provavelemente não escolhi o melhor alinhamento para ele e quem visita o blogue pensa tratar-se de poemas soltos, contudo depois de publicado na integra recomendo a sua leitura seguida, obrigada por lerem)
quando o café é cor e aroma que nos vestem pelo lado de dentro.
ResponderEliminarbeijo, querida amiga!
Estou a gostar de ler.
ResponderEliminarContinua...
Mas, para nmelhor orientação dos teus leitores, devias colocar no título: Café (1/7ª Parte), etc...
Querida amiga Laura, tem um bom resto de domingo e boa semana.
Beijos.